Pistoleiro de Assu morre possivelmente de infarto na Cadeia em Mossoró

Agentes penitenciários foram acionados no início da madrugada e socorreram o preso Rosemilson Felipe, o Rô, para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas quando chegou ao destino os médicos apenas confirmaram o óbito quando foi preso em flagrante, ao lado do comparsa Berguinho, por ter matado Temberg no dia 16 de junho de 2018, em Assu, para ganharem uma moto Honda Fan Rô (à dir. na foto) quando foi preso em flagrante, ao lado do comparsa Berguinho, por ter matado Temberg no dia 16 de junho de 2018, em Assu, para ganharem uma moto Honda Fan Preso em flagrante por crime de pistolagem na cidade Assu no dia 16 de junho de 2018, Rosemilson Felipe Santiago da Silva, de 24 anos, morreu, possivelmente vítima de infarto, no início da madrugada deste domingo, na Cadeia Pública, de Mossoró-RN.

Além de pistoleiro, o Rô, como era mais conhecido o preso de justiça, respondia também por tráfico de drogas, assalto e receptação. E foi investigando estes crimes, que o delegado Cidorgeton Pinheiro o prendeu em flagrante por pistolagem 5 minutos depois do crime. Veja mais Após lavrado o flagrante, Rô e o comparsa, que haviam matado José Iltemberg Memdonça, o Temberg, no bairro Bela Vista, em Assu, em troca de uma moto Honda Fan, foram transferidos para a Cadeia Pública de Mossoró, para aguardar julgamento pela sociedade assuense. Ainda no ano de 2018, a Justiça Estadual condenou Rô por tráfico de drogas, deixando-o preso para julgamento, juntamente com o comparsa Aldemberg Gleyson Tomaz Lopes, o Berguinho, de 22 anos, pelo assassinato de Temberg num Tribunal do Júri Popular.

Durante a madrugada deste domingo, 24, Rô reclamou de dores no peito na cela 8 da Cadeia Pública de Mossoró, onde moram quase 400 presos. Foi socorrido pelos agentes penitenciários para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde os médicos constataram o óbito. A princípio, acredita-se que tenha sido infarto. O caso será apurado. “Prestamos toda a assistência possível levando para o Tarcísio Maia e infelizmente veio a óbito”, explica o diretor da Cadeia Pública José Fernandes, que é agente penitenciário.

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